
PARA MINHA CIGANA
Saudade quanta saudade
Guardada em minha lembrança
De tanta felicidade
Salpicada de esperança
Daquelas noites tão belas
Bailando à luz do luar
Voz de violinos chorando
Olhar da cigana a me olhar
Ardentes como a fogueira
Faíscas negras no ar
Brilhando na lua cheia
Claro convite a amar
Rodando em doce ilusão
Tecendo dourados sonhos
Mas a cobrança da vida
Derrubou o castelo risonho
Então cigana querida
Veio a separação
Mas saiba que nesta vida
Não segues sozinha não
Cigano eu ainda sou
Cigano do amor
E o olhar da minha cigana
Eu sigo por onde ela for
Canta cigana canta amor esperança
Canta cigana canta paz bonança
Explica a nossa doutrina de luz
Quem canta amor não se engana
Agora és outra cigana
És cigana de Jesus
Cigano
Guarujá,06/05/89
Direitos Autorais Reservados
Marisa Cajado/Cancioneiros do Infinito
por inspiração de Um cigano
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